domingo, 17 de novembro de 2013
FILIPINAS: AJUDA INTERNACIONAL COMEÇA A CHEGAR
Ajuda americana começou a chegar a vítimas do tufão Hayan
Dezenas de milhares de vítimas do tufão Hayan estão
recebendo os primeiros carregamentos de suprimentos de emergência, parte
do esforço internacional para ajudar as Filipinas.
Equipes médicas locais e estrangeiras estão
trabalhando nas áreas mais afetadas e os helicópteros dos Estados Unidos
estão levando ajuda para áreas mais isoladas.
Os helicópteros da Marinha americana estão arremessando alimentos, água e
outros suprimentos, trazidos do porta-aviões USS George Washington, que
chegou à costa do país na quinta-feira
O porta-aviões também está expandindo as operações de busca e
resgate. Os militares americanos informaram que vão enviar cerca de mil
soldados, barcos e uma aeronave para a operação de ajuda às Filipinas.
O tufão Hayan atingiu as Filipinas há oito dias e
matou mais de 3,6 mil pessoas. Meio milhão de filipinos estão sem casa,
mais de 1,1 mil ainda estão desaparecidos e, segundo a ONU, cerca de 11
milhões de pessoas foram afetadas pelo tufão.
"No momento estamos acelerando uma grande operação de ajuda e os
suprimentos estão chegando", disse Patrick Fuller, da Federação da Cruz
Vermelha, à agência de notícias Associated Press.
Fuller está em Tacloban, uma das cidades mais atingidas.
"Estamos estabelecendo um hospital de emergência
aqui, unidades de água e esgoto", acrescentou. No entanto, ele afirmou
que as pessoas nas áreas afetadas também vão precisar de apoio para a
reconstrução no longo prazo.
A Cruz Vermelha e a organização Médicos Sem
Fronteiras informaram que, até segunda-feira, terão unidades cirúrgicas
móveis operando em Tacloban.
A Grã-Bretanha anunciou que vai enviar mais 30
milhões de libras (cerca de R$111 milhões) em ajuda, levando o total de
ajuda britânica a 50 milhões de libras (mais de R$ 185 milhões)
MORRE O ROQUEIRO LOU REED EM NOVA YORK
NOVA YORK (Reuters) - Centenas de fãs se
reuniram nesta quinta-feira em Nova York em uma homenagem ao roqueiro
Lou Reed, vocalista da banda dos anos 1960 "The Velvet Underground" que morreu no mês passado de doença hepática aos 71 anos.
Assim que a música soou nos alto-falantes na homenagem ao ar livre no terraço do Lincoln Center for the Performing Arts, os fãs dançaram, se sentaram e ouviram as canções de Reed, enquanto a mulher dele, a artista performática Laurie Anderson, cumprimentava amigos e simpatizantes.
"Eu amo Lou Reed. Eu sempre senti que ele era um gênio e sempre será", disse Janet Baletti, de 66 anos, uma fã há 40 anos que viajou com um amigo de Weehawken, Nova Jersey, para a homenagem. "Ele tinha uma bela aura."
Reed, que morreu em 27 de outubro, meses após um transplante de fígado, compôs músicas que eram uma forma de poesia provocante.
Assim que a música soou nos alto-falantes na homenagem ao ar livre no terraço do Lincoln Center for the Performing Arts, os fãs dançaram, se sentaram e ouviram as canções de Reed, enquanto a mulher dele, a artista performática Laurie Anderson, cumprimentava amigos e simpatizantes.
"Eu amo Lou Reed. Eu sempre senti que ele era um gênio e sempre será", disse Janet Baletti, de 66 anos, uma fã há 40 anos que viajou com um amigo de Weehawken, Nova Jersey, para a homenagem. "Ele tinha uma bela aura."
Reed, que morreu em 27 de outubro, meses após um transplante de fígado, compôs músicas que eram uma forma de poesia provocante.
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